segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

‘Cut-Outs’


O termo ‘Cut-Outs’ vem de uma técnica desenvolvida pelo pintor Matisse, que consistia em recortes ao invés de pintura. Matisse criou esta técnica devido à sua impossibilidade de pintar, pois estava muito doente, vindo a falecer logo.

O espelhos Cut Outs são as peças criadas por Mirlaconfeccionados em acrílico espelhado, recortados a laser. Disponíveis em três formatos diferentes que lembram uma borboleta, flor ou peixe, eles ficam ótimos quando compostos entre si, decorando as paredes com muita originalidade., comercializadas na Tok&Stok, inspiradas em colares projetados pela artista, que levavam o mesmo nome.

Criando suas peças e expondo internacionalmente desde 1988, a artista plástica Mirla Fernandes conta com conhecimentos adquiridos dentro e fora do Brasil.Entre suas principais exposições, destacam-se: Biennale Internacional de Design St Etienne (2000, 2002, 2004), Continuous Connection Felissimo/ UNESCO, NY, em 2001, e Sieraad – International Jewellery & Silver Design Fair no ano de 2006.


Fonte:www.tokstok.com.br
by Thaizze Peres.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

500 anos de peças íntimas!!!




A exposição traz cerca de 100 modelos de roupas íntimas, como calcinhas, sutiãs e camisolas.

Entre as peças em exposição, as mais antigas são as do período Tudor, na Inglaterra, que compreende os anos entre 1485 e 1603.

A exposição traz ainda peças íntimas da era vitoriana (1837-1901) e do período pós-guerra, em que o design das calcinhas passou a ganhar contornos mais femininos, sensuais e estilosos.
Raridades

Um dos destaques da mostra são as peças históricas do chamado Hodson Shop, uma coleção de peças íntimas femininas das mulheres da classe trabalhadora da Inglaterra.

A loja Hudson começou com duas irmãs, Flora e Edith Hodson, em 1918. As irmãs venderam tecidos, roupas infantis e lingerie durante 40 anos.

Com a morte da última irmã, Flora, em 1983, milhares de peças íntimas femininas foram encontradas no estoque da loja. A coleção traz exemplos da lingerie usada pelas mulheres da classe trabalhadora entre 1918 e 1950.

A coleção da Hodson Shop é considerada uma das mais importantes coleções de roupas da classe trabalhadora do início do século 20 a ter sido recuperada na Inglaterra.

Segundo Louise Harrison, do governo local de Walsall, a exposição "vai trazer uma visão cativante da mudança de estilos e preferências na lingerie nos últimos 500 anos e ajudar as pessoas a apreciarem os modelos pioneiros das peças".
Publicada em 30/01/2008
Da BBC Brasil - BBC
By Thaizze Peres

sábado, 1 de dezembro de 2007

CRIATIVIDADE!

É interessante, tentar explicar a leigos (ou a quem não está acostumado) sobre processo criativo.Mas, o que as pessoas não percebem é que, muitas vezes, utilizam este processo o tempo todo.Quando você coloca um broche na velha bolsa jeans ou, pinta de roxo aquele vasinho (porque preto é muito básico, rs), isto é criatividade! Resolvi escrever um pouco sobre isto ao assistir um vídeo da Gwen Stefani em parceria com a HP (sim!sim!aquela marca de impressoras e afins!)E então, me veio à cabeça um questionamento que presenciei na palestra e oficina da profª Adriana Vaz, na Semana Centro-Oeste de Moda, ei-lo: “Como se ensina criatividade a alguém?Você diz, olha esta foto, se inspire e crie?”.Complicado, né? Mas, eu tenho vivo em mim que, é como um ingrediente cerebral pré-ativado em todos, mas, alguns a têm mais desenvolvida. Criatividade você tem que experimentar, treinar, estimular.Afinal, quem já nasceu desenhando croquis com looks hipercriativos? Que eu saiba, nenhum superdotado do pedaço... (rs). A diferença e grande sorte é que, nós estudantes de moda, conseguimos sim, olhar uma foto e criar uma belíssima/ louquíssima coleção, por exemplo.A nossa experimentação, vem antes de tudo do olhar, sim, aquele olhar irreverente e detalhista lançado sobre tudo e todos.Como diria teacher Edson Arruda:”temos que treinar nossos olhos para o mundo, são nossa maior ferramenta”. E num é que é vero? Como eu já tenho olhos extremamente curioso e aguçados, deixo aqui o link do vídeo para que você também reflita e aceite a cada dia mais o desafio de criar!
Au revoir queridas!
“Se podes imaginar, podes conseguir”
(Albert Einstein)

domingo, 4 de novembro de 2007

Valeu galera!!!

Olá, é com muito orgulho que falo do nosso desfile, realmente a união fez a força, não apenas no desfile, mas no I Encontro Centro - Oeste de Design de Moda... É isso ai, fechamos o evento com chave de ouro, o desfile estava belo, custou, mas saiu. O nosso tema para quem não sabe foi Eco Design, cada aluno apresentou um look, na sua maioria com materiais alternativos como: garrafas pet, latinhas de alumínio, saco de linhagem, folhas secas, fios de fita VHS e outros... A criatividade nos acompanhou mais uma vez!! Parabéns a todos!

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Livros de moda

Pra quem adora ler livros de moda, nesse site tem um monte de livros bacanas, é um sebo virtual e tudo esta com um ótimo preço. Confiram!

http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca.cgi?alvo=autor+ou+titulo&pchave=moda&groupby=no&orderby=autor+%28A-Z%29&memoria_queries=&memoria_queries2=&lastloc=&estante=%28todas+estantes%29&section=&refinar=1

sábado, 13 de outubro de 2007

Louis Vuitton propõe mistura supercolorida nas roupas e nas bolsas da grife

Junte as bolsas de luxo mais famosas do mundo com o estilista mais cultuado do momento, adicione uma dose do habitual frenesi da moda e pronto, a disputa por entrar no desfile da Louis Vuitton, marcado para às sete e meia da noite (em Paris) deste domingo (7), se transformou numa massa de gente bem vestida se espremendo na porta de um dos vãos do Carrossel do Louvre, onde aconteceria a apresentação da coleção assinada por Marc Jacobs."Isso está parecendo a Disneylândia", reclamava uma mulher, com o passaporte da "terra encantada" não mão: o convite para o show da grife, no formato de um livreto em vinho (parecia, de fato, um passaporte, o da comunidade européia). Nem mesmo poderosos da moda, como o editor da revista "Vanity Fair", Michael Roberts, escaparam do tumulto.Barreira da porta transposta, taças de champanhe e mojitos tentavam recuperar o fôlego dos convidados aos goles. Na tenda montada pela Louis Vuitton para, praticamente, encerrar a Semana de Moda de Paris (um último desfile aconteceu depois, de Chado Ralph Rucci, mas a grande vedete da noite era, de fato, a maison francesa), depois de mais de uma hora de atraso, com direito a vaias e manifestações dos fotógrafos, o desfile para a Primavera-Verão 2008 da marca teve início.Embaladas por trilha sonora assinada por Daft Punk, doze modelos célebres (entre elas Naomi Campbell), vestidas de enfermeiras, entraram passarela adentro, cada qual com um chapeuzinho que trazia uma letra do nome da grife bordada em vermelho. E aí sim a coleção entrou em cena. Uma profusão de cores apareceu misturada, nos sapatos, nas saias, nas blusas e também colorindo o logo "LV" da grife inscrito nas bolsas. Estas vinham com alças curtas, carregadas na mão (não no ombro ou no braço) em verniz, em degradê colorido, com combinações de tons como o turqueza e o rosa chiclete, o roxo e o azul, o vermelho e o roxo. Boa estratégia para fazer com que as mulheres queiram comprar mais de um modelo, tão coloridas, de tons tão distintos são as peças. Nas roupas, enquanto o colorido conferia força aos looks, em combinações incomuns de amarelo forte com azul, rosa alaranjado com vermelho, ou ainda o laranja, o azul e o verde juntos, a transparência e sedosidade de materiais como o gazar, a organza e a musseline davam suavidade à coleção de verão da Louis Vuitton.Dividida em três partes, a apresentação começou com looks mais coloridos e delicados, seguiu com influência de peças masculinas e brilho e terminou com os dois belos vestidos de festa, em tule, volumosos e brilhantes, um em tom de azul noite e outro num tom próximo ao beterraba. Na modelagem, as saias mais ajustadas, um pouco abaixo do joelho, usadas com tops de lurex misturado com caxemira em prata ou com blusas delicadas, transparentes, se alternavam às saias evasês, exatamente um palmo acima do joelho (ótimo comprimento para alongar as pernas. Nas blusas volumes suaves, ombros marcados em mangas curtas, drapeados que formavam quase dobraduras nas peças. Na parte com elementos masculinos, o vestido usado pela modelo Coco Rochas, um tomara-que-caia com saia rodada, ganha risca de giz em cinza e bolsos de calça masculina de alfaiataria. Os mesmos bolsos aparecem na legging justíssima, usada com tomara-que-caia. Destaque para o vestido-paletó curto vermelho cereja brilhante, com ajuste franzido na cintura, nas costas.No final do show, Marc Jacobs apareceu de terno Dior, com uma frasqueira que exibia imagens digitais do personagem Bob Esponja.Neste domingo derradeiro da temporada parisiense de moda para a Primavera-Verão 2008, desfilaram ainda Vanessa Bruno, Nina Ricci (por Olivier Theyskens), Anamika, Yuki Torii, Colette Dinnigan, Miu Miu (marca jovem da Prada), Sakina M'AS, Lanvin, Moon Young Hee e Chado Ralph Rucci.

Exposição em Londres celebra a "era de ouro da moda"

http://meninasdamoda.uol.com.br/content/view/3090/23/

Ministra italiana denuncia "anorexia nas vitrines de Roma" e quer criar lei para lojas

da Ansa, em Roma

A ministra para Políticas Juvenis italiana, Giovanna Melandri, declarou na última quinta (11) ao jornal gratuito 24minuti, responsável por uma pesquisa nas lojas do centro histórico de Roma para denunciar "a anorexia nas vitrines", estar "disposta a fazer uma proposta de lei" para o problema da moda que não colabora contra a anorexia, "assim como estão fazendo muitos países sul-americanos".
Na Argentina, ressalta um comunicado publicado pelo 24minuti, as lojas foram obrigadas a dispor de todos os tamanhos e quem não estiver dentro da regra leva uma multa e pode até mesmo ter o estabelecimento fechado temporariamente.
Giovanna pensa em uma lei semelhante também para a Itália, já que o código de auto-regulamentação assinado um ano atrás pela ministra com os operadores do Made in Italy não produziu efeito suficiente.
Comentou também sobre o tema a estilista Lella Curiel, que em julho passado colocou para fora as modelos com medidas 36. "É uma vergonha que os estilistas não tomem a responsabilidade de dar uma mensagem diferente.
É também um problema de escola: muitos jovens não sabem como se faz um vestido".Já para a designer Lavinia Biagiotti "a roupa é para ser um aliado e não um inimigo, a moda pode ajudar a recuperar um bom relacionamento com o próprio corpo". (ANSA)

FONTE:http://estilo.uol.com.br/moda/ultnot/2007/10/12/ult630u6971.jhtm

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Falsificação de luxo “é aceitável”?

Com os olhos postos nas falsificações de marcas como Louis Vuitton, Gucci ou Burberry, os consumidores britânicos estão cada vez mais dispostos a aceitar e a adquirir artigos de luxo pirateados
Adquirir um artigo de luxo falsificado é hoje "socialmente aceitável". Esta é a conclusão de uma recente investigação divulgada pelo Just-Style e realizada aos consumidores do Reino Unido. O relatório foi desenvolvido pela Davenport Lyons e refere que, durante 2006, cerca de dois terços dos consumidores britânicos adquiriram artigos de luxo piratas.
Entre os tipos de artigos adquiridos estão vestuário, calçados, relógios e jóias, com os dados que revelam um aumento anual de 20 por cento. O estudo, intitulado de "Fake luxury goods shift into social acceptance; but who benefits?", foi elaborado com base nas respostas de 2000 consumidores britânicos e identificou as marcas Louis Vuitton, Gucci e Burberry como as mais pirateadas.
De acordo com outro estudo realizado pela Davenport Lyons, através da Ledbury Research, os consumidores estão gastando 10% mais neste tipo de artigos, trazendo o consumo médio por pessoa para as 21,30 libras esterlinas (31,84 euros).
Com base nos resultados apresentados pelo relatório, Simon Tracey, responsável pela área de propriedade industrial e marcas no Davenport Lyons, afirma que «a aceitação social de artigos falsificados é um comportamento que inspira preocupação».
De acordo com este responsável, é necessário combater a procura de produtos falsificados no Reino Unido.
O relatório mostra que 80% dos consumidores seriam dissuadidos de comprar os artigos se soubessem que as compras ajudam ao financiamento da atividade criminal.
Com base neste dado, o relatório evidencia que a melhor forma de mudar a atitude do consumidor em relação a artigos falsificados seria alertando-o para o fato do resultado das vendas se destinarem ao financiamento do crime organizado, incluindo o terrorismo.
Conforme acrescenta Tracey, «a atividade de dissuasão se centra até a data na divulgação das apreensões de produtos falsificados».
No entanto, o relatório vem demonstrando que esta abordagem apresenta pouco impacto sobre os padrões de compra de produtos falsificados, evidenciando a necessidade de clarificar os consumidores com dados concretos sobre os destinos das receitas obtidas pela venda de artigos de pirataria.
Tracey refere ainda a necessidade «das marcas identificarem claramente as fábricas que produzem os artigos genuínos e as que produzem falsificações».
A investigação evidencia também que à medida que as viagens para o estrangeiro se tornam mais freqüentes, nomeadamente para a Europa, China e Japão, os artigos falsificados são adquiridos tanto no mercado externo, como no interno, com a Internet assumindo uma importância crescente neste comércio.

Confira fotos dos desfiles da Louis Vuitton, Gucci e Burberry na semana de moda internacional Primavera/Verão 2008.

FONTE:www.portugaltextil.com
Edição:Márcia Kimie

Merchandising para todos os gostos

A forte concorrência entre as marcas leva as tendências do merchandising até aos extremos. Mas as tendências de merchandising devem ser instrumentos ao serviço de uma marca e nunca o contrário
De forma a potencializar as marcas que as lojas colocam à disposição do consumidor, os merchandisers apresentam novas tendências.
A natureza bucólica dos campos, o preto e o branco, as influências barrocas e o brilho excessivo são os temas identificados pelas empresas de merchandising Faire Play e Merchanfeeling. Em Paris, o estabelecimento de moda étnica Numanu, afigurado pela Merchanfeeling, exibe o tema da natureza. «Trabalhamos ao todo os cinco sentidos», explica a merchandiser Beatrice Querette.
A loja possui uma parede em tons de framboesa e dissemina um odor de laranja doce à base de óleos essenciais. A rede de lojas londrina Topshop colocou sobre os muros das suas lojas silhuetas de insetos que, conjuntamente com uma bicicleta velha exposta na loja, recriam um ambiente vintage.
A tendência vintage surge nos espaços através de móveis e objetos antigos recuperados e papel de parede.
A ausência de luz é outra tendência. Os espaços escuros, sem janelas e em tons de preto são preenchidos com músicas estonteantes que fazem recordar as casas noturnas.
O luxo caracterizado pelo brilho excessivo é mais uma tendência do merchandising. «Os códigos do luxo se libertam e quebram todos os tabus! A cor rosa conotada como Barbie, o "glossy" e o "bling-bling" eram considerados como vulgares e kitsh. Hoje são o cúmulo do chique e as grandes empresas têm usado e abusado», constata Cristophe Berthélémy da Faire Play.
Em contraste com o preto, também o branco não escapa às tendências. As inspirações vindas dos glaciais, as transparências, o branco puro e imaculado revestem muitos dos pontos de venda.
O design se democratizou, quem afirma é Cristophe Berthélémy: «...os pontos de venda tornaram-se catedrais, construções ultra estruturadas... Um local de Happening arty».
O merchandising tem como objetivo maximizar as vendas e maximizar a rentabilidade dos investimentos efetuados no ponto de venda.
Tem ainda como grande preocupação a satisfação do cliente e é utilizado de modo a facilitar a escolha dos consumidores, tornando o mais agradável possível a sua visita à loja.
«As tendências de merchandising servem de instrumentos ao serviço de uma marca e nunca o contrário», salienta Cristophe Berthélémy, «...não se deve copiar uma tendência tal e qual, mas sim adaptá-la e personalizá-la de acordo com o ponto de venda».
O merchandiser da Faire Play deixa um conselho a todas as marcas: «Ousem cruzar os códigos, ousem ser arrojados».