segunda-feira, 26 de julho de 2010

quarta-feira, 23 de junho de 2010

concurso todo dia criativo edição 2009/2010

Esse ano o ied, ira abrir novas vagas para concorrer a bolsas de estudo nos cursos de design, incluindo design de moda...as inscrições estão se encerrando
para maiores informações entre no site:

http://tododiacriativo.com/

concurso ied São Paulo 2009 (meu projeto pre selecionado)

http://tododiacriativo.com/2009/tainara-caiua-campos-lemos/1653/

conceito do projeto:
Abram as cortinas que o espetáculo vai começar, com a mágica folia das bolinhas que dançam pelo ar e enchem os olhos da plateia, o show de cores, de formas, brilho e alegria que transforma a imaginação de crianças e adultos, dentro de uma lona de listras coloridas com o espetáculo de palhaçadas, risos, felicidade, de coelhos saindo de cartolas, animais, danças e performances de estrelas circenses, pipocas rolando ao vento, doces e alegria, que fazem a plateia vibrar e se encantar pela magia do circo.
criação do projeto:
Em meio à violência, guerras, desastres, doenças como a depressão, o projeto consiste na idealização de um futuro de perspectiva melhores, para isso foi idealizado uma colecção na qual as peças passam um sentimento nas pessoas de alegria e esperança de viverem em um mundo de fantasias despertadas pela magia do circo, um futuro de listras coloridas, palhaçadas e muita alegria, transmitidos através da roupa, dando espaço apenas a felicidade, afinal o bom da vida é ser feliz.

Tainara Caiuá

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Concursos... concursos...

Essa notícia interessa a todos os designers que estão dispostos a mostrar o seu talento a todo o país. Para quem ja conhecia, o Francal Top de Estilismo, esta de cara nova, como todos os anos as inscrições eram até o mês de Junho, esse ano as inscrições vão até Setembro, ou seja, agora você tem mais tempo para criar, já que as férias estão ai...
Para saber mais sobre o concurso da Francal, acesse: www.francaltopdeestilismo.com.br

A outra novidade, é o concurso que vai premiar novos estilistas por criação de roupas ecologicamente susentáveis. As inscrições para o 1º Prêmio Eco Fashion Brasil serão abertas na próxima quinta-feira, 5. Os participantes (estudantes de moda ou formados há no máximo um ano) devem criar modelos ecologicamente sustentáveis.

A seleção será realizada entre os dias 24 de julho e 10 de agosto (as inscrições vão até 18 de julho), e os três primeiros colocados receberão prêmios em dinheiro (R$5 mil, R$3 mil, R$2 mil). O vencedor ainda ganha uma bolsa de estudos para um curso na Itália, em 2009. Além disso, por torna-se associado à Bramfsa (Brazilian-American Fashion Association, organização que representa profissionais da moda do Brasil no exterior), ganha patrocínio em eventos internacionais.

A premiação acontece no dia 3 de outubro, com o desfile dos 100 melhores modelos. Entre os critérios de escolha, estão a criatividade do designer, os critérios artísticos e, claro, a sustentabilidade. Para conhecer o regulamento e se inscrever no concurso, visite o site oficial.


Galera, não vamos perder essa né? Tem muito talento na UEG que eu sei... rsrsr


sexta-feira, 23 de maio de 2008

Velharia!

Todos nós sabemos que não existe nada mais atual que se inspirar no passado para compor um visual moderninho. Uma peça de brechó com uma novinha pode trazer toda a diferença no visual, mas é necessário uma boa dose de bom senso. A moda pegou de uma maneira que as roupas estão sendo feitas como se fosse da época que ja passou. Só que repaginada, com um tecido moderninho e detalhes diferentes, mas a inspiração é sempre a mesma. Para ajudar os amigos fãns do estilo Vintage, ai vai uma lista de sites com bastante conteúdo para pesquisa.












Vintage Life





































Ilustrações Portuguesa Antigas







quinta-feira, 13 de março de 2008

Visual Novo!!

Galera, dei uma mudada no visual do nosso blog, rsr, espero que gostem! Ahh ja estava cansada desse colorido e essa musiquinha 80's... Coloquei uma roupagem étnica, uma cara de Outono Inverno 2008!

Prêmio Moda Brasil abre inscrições!!

Já estão abertas no premiomodabrasil.com.br as inscrições para a premiação que promete movimentar o povo e o mercado de moda no Brasil, elegendo os melhores em 20 categorias.
Para concorrer a uma indicação, basta entrar na página, baixar a ficha de inscrição e enviar o material para análise do júri, formado por Paulo Borges, Costanza Pascolato, Flávia Lafer, Bob Wolfenson, Regina Guerreiro, Patrícia Carta e Patrícia Veiga.
Podem participar estilistas, beauty-artists, stylists, fotógrafos, modelos, jornalistas, figurinistas de TV e cinema, veículos de mídia impressa e eletrônica, campanhas publicitárias e blogs de moda. O material deverá ser entregue até 31 de agosto e apenas três indicados concorrerão em cada categoria.
Os vencedores, eleitos por um outro grupo de 12 profissionais de moda selecionados pelo júri citado, serão anunciados na premiação que acontece em outubro e ainda não tem data definida.

Fonte: www.erikapalomino.com.br

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Fematex já tem data definida

A Fematex – Feira Internacional de Materiais para a Indústria Têxtil e de Confecção realiza sua primeira edição, de 25 a 28 de março de 2008, com a proposta de ser uma feira integrada de materiais têxteis, tecnologia e serviços dirigidos para a criação da indústria de confecção e de tendências da moda. Na oportunidade serão apresentados lançamentos e informações para a coleção verão 2008/2009. O evento conta com o apoio da ABIT que, por meio do Texbrasil, Programa desenvolvido em parceria com a Apex-Brasil, trará compradores internacionais para a Feira. O SENAI e o Projeto SCMC – Santa Catarina Moda Contemporânea também apoiam a Fematex.

A feira representa uma oportunidade para os profissionais da área conhecerem, em um só lugar, os mais modernos conceitos em fios especiais, tecidos, aviamentos, estamparia, bordados, químicos, tecnologia e serviços com o objetivo de aumentar o valor agregado da indústria têxtil. Estarão reunidas empresas nacionais e internacionais que se diferenciam no desenvolvimento de produtos e serviços direcionados ao setor. São 70 expositores confirmados.

“A Fematex foi planejada para ser um evento de integração, retomando a força da cadeia de valores da indústria de confecção e de tendências da moda. O Brasil possui o maior parque industrial da cadeia têxtil da América Latina e é estrategicamente muito importante a realização de um evento integrado para atender aos profissionais que atuam nas áreas de criação e desenvolvimento de produtos”, comenta Ulrich Khun, presidente do SINTEX.

A Feira funcionará como um centro de informações interativo para os visitantes, destacando o “Fórum de Tendências” que apresenta, logo na entrada do evento, toda a gama de cores temáticas do verão 2008/2009 e uma amostra dos principais lançamentos de cada empresa expositora. Carlos Simões, responsável pelo projeto e pela coordenação do fórum declara: “o objetivo é agilizar a visitação, encurtando a distância entre o expositor e o visitante, que já entra no evento com a informação sobre as principais tendências e lançamentos”.

Complementando as informações para os compradores, o “Espaço Informação, Moda e Negócio” apresentará uma programação de palestras sobre tendências e lançamentos dos expositores, enfocando moda e negócios. Um Bureaux de Desenhos para estamparias e bordados, consultorias e serviços complementam o centro de informações interativo.

O público visitante do evento será composto por confeccionistas, lojistas, estilistas e profissionais que atuam nas áreas de criação, desenvolvimento de produtos, produção e comercial de pequenas, médias e grandes empresas de todos os segmentos da moda.

A Fematex 2008 será realizada no Parque Vila Germânica, um espaço com 25 mil metros quadrados de área construída.

Anote:
Fematex – Feira Internacional de Materiais para a Indústria Têxtil e de Confecção
Data: 25 a 28 de março de 2008
Horário: das 10h às 19h
Visitação: evento exclusivo para profissionais do setor – proibido o ingresso para
menores de 16 anos
Local: Parque Vila Germânica - Rua Alberto Stein, 199 - Bairro da Velha
Blumenau (SC).

Fonte:http://www.abit.org.br/site/noticia_detalhe.asp?controle=2&id_menu=20&idioma=PT&id_noticia=722&tipo=2&#ancora

By Thaizze Peres

IED abre inscrições para processo seletivo

O IED (Istituto Europeo di Design) já deu início ao processo seletivo em fevereiro para os cursos trienais nas áreas de moda, design e artes visuais. O processo terá duas etapas – uma prova agendada de redação - e, caso o candidato seja aprovado, será convocado para realizar uma prova de criatividade.

Os cursos trienais do IED têm duração de três anos. Para cursar, os candidatos precisam ter no mínimo o certificado de Ensino Médio. Dentre as três escolas do Istituto, os cursos oferecidos são Fashion Design, Design de Jóias, Interior Design, Industrial Design, Graphic Design e Digital & Virtual Design.

A proposta metodológica dos cursos é transformar o “saber” e o “saber fazer” num processo interdisciplinar que reúne teoria, prática, tecnologia, criatividade, pensamento estratégico, empreendedorismo, conceitos tecnológicos avançados e tendências.

O Istituto, criado em Milão há 40 anos, também vai conceder 42 bolsas de estudo de até 50% aos melhores alunos classificados no seu processo seletivo e seis bolsas integrais, uma para cada um dos cursos oferecidos. Mais informações podem ser obtidas através do telefone 011 3660-8000 ou do site do Istituto (www.iedbrasil.com.br). As vagas são limitadas.

A escola abrirá uma unidade no Rio de Janeiro em 2008, com o apoio da prefeitura, que concedeu o antigo prédio do Cassino da Urca para servir de sede à escola.

Fonte:http://www.abit.org.br/site/noticia_detalhe.asp?controle=2&id_menu=20&idioma=PT&id_noticia=712&#ancora

By Thaizze Peres

Luciane Robic fala sobre as holdings na moda

O que marcas como Zoomp, Fause Haten, Ellus, Alexandre Herchcovitch e Louis Vuitton têm em comum? Além de serem grifes de moda, todas foram compradas por grandes investidores com o intuito de profissionalizar o mercado, e é claro, lucrar com isso.
Em muitos casos, o estilista, ex-dono da marca, fica somente com o lado criativo do negócio, enquanto que a administração, propriamente dita, fica a cargo de holdings e fundos de investimentos.
Na Europa e Estados Unidos essas fusões começaram nos anos 80 com grupos como LVMH que detêm grifes como Louis Vuitton, Christian Dior e Donna Karan, com faturamento de 15 bilhões de euros. No Brasil as aquisições são recentes e somente neste ano chamou a atenção com a I´M – Identidade Moda, sob direção de Vicente Mello e do grupo de investimentos HLDC que comprou as marcas Fause Haten, Isabela Capeto, Alexandre Herchcovitch, Zoomp, Zapping, Clube Chocolate e Cúmplice e, pretende muito mais.
Se a moda vai se profissionalizar, lucrar mais ou conquistar o exterior é somente uma questão de tempo para saber, pois ainda estamos engatinhando no assunto.
As primeiras empresas brasileiras a enxergar esse grande negócio foram as catarinenses AMC Têxtil e Marisol, donas da Rosa Chá, Colcci, Sommer e Coca-Cola Clothing. Já a Le Lis Blanc, com 31 lojas, foi comprada (51%) pela Artesia Gestão de Recursos. A In Brands adquiriu a Ellus e a 2nd Floor e o fundo Tarpon comprou 25% da Arezzo.
Para entender um pouco mais sobre esse recente assunto do mundo da moda, que afeta não só as empresas, mas também fabricantes, fornecedores, grifes e até os consumidores, conversamos com Luciane Robic, diretora do IBModa – Instituto Brasileiro de Moda (www.ibmoda.com.br), escola especializada em cursos sobre gestão, marketing e design.
Luciane que defendeu sua tese de mestrado sobre gestão de marcas de moda se diz muito contente e esperançosa com o atual mercado.
“O IBModa sempre teve essa preocupação, acreditamos que o mercado vai precisar de muitas pessoas especializadas no assunto”, afirma Luciane.
O IBModa ainda oferece consultoria especializada em diagnóstico de marca. Confira a seguir a entrevista.
GUIA JEANSWEAR - O que é a gestão de marcas e o que vem fazendo no mundo da moda?
LUCIANE ROBIC - A gestão de marcas foi estrategicamente desenvolvida no Brasil, a partir da década de 90. É principalmente a consciência do valor de uma marca que necessita de uma gestão com resultado financeiro, de controle de resultados mais efetivos.
Este valor financeiro vai ajudar a valorizar a marca, alavancar os negócios e gerar uma sofisticação no entendimento do consumidor, expressando a identidade, mesclando afinidade e personalidade de quem a consome.
É preciso reverter o valor agregado em lucro. O criador gera uma comunidade de consumidores. Ele pode ter a cara da marca, tem autenticidade, design, só falta a gestão financeira. Ás vezes a grife é boa, mas não sabe como crescer.
GJ - Você acha que a moda brasileira vai se profissionalizar com essas fusões?
LR - Este movimento ajuda a mostrar uma maior consciência. O que acontecia nos anos 80 e 90, com grifes administradas pela família, sem estruturas e nem consciência de lucro, não acontece mais. Com certeza essas holdings têm expectativa de profissionalização, mas demora um tempo ainda.
A Zoomp, por exemplo, comprada em 2006 pela HLDC, com muitas dívidas, até hoje está longe do lucro esperado.
GJ - Muitas marcas também querem ser compradas pelos grandes investidores. O que precisam ter para essas aquisições?
LR - É preciso ter uma noção do potencial de mercado, uma visão a médio e longo prazo que engloba vários fatores: Adaptabilidade – como consegue se manter no mercado, estimulando o consumo sem perder a identidade, pois somos focados em tendências e a marca pode perder o seu DNA.
Internacionalização – desde abrir o mercado externo, como ter posicionamento e visão de marca internacional, poder de âmbito, tamanho da coleção e até onde essa marca pode ir, sua “largura” e onde pode ser distribuída.
Suporte – assistência de atendimento ao consumidor e aos lojistas, que precisa acompanhar o crescimento.
Mercado – como está o ciclo de vida do mercado, da marca e do produto.
GJ - Com essa injeção de ânimo e dinheiro, você acha que as marcas podem crescer lá fora?
LR - Pode sim, principalmente se estiver voltada para o mercado exclusivo, mais conceitual como Isabela Capeto e Alexandre Herchcovitch.
Mas quando a marca é mais comercial, vai encontrar mais desafios e um mercado muito mais competitivo. O mercado varejista é muito forte lá fora e a concorrência muito acirrada.
É preciso pensar nisso também. Imagem, a moda brasileira já conseguiu, mas negócio é mais difícil.
O mercado é pulverizado, tem muita concorrência e ainda não ganha dinheiro na exportação. A porcentagem é muito pequena em relação às marcas internacionais, como a Zara que têm filiais no mundo inteiro e consegue se manter pela qualidade, preço e rapidez de entrega de seus produtos.
A nossa moda vem conquistando uma evolução no design, mas falta se posicionar, ter uma visão governamental mais assertiva e efetiva, planejamento estratégico, desenvolver planos de negócios de internacionalização, enfim falta promover e executar uma postura mais profissionalizada, voltada a resultados com projeções financeiras.
GJ - Quais as vantagens e desvantagens desses conglomerados para as empresas, fornecedores, lojistas e consumidores?
LR - Para as holdings é um negócio acessível perto de outros mercados, está sendo feito no momento certo, pois ainda não está saturado e a moda é um dos segmentos com potencialidade de margens de lucro mais altas.
É um segmento onde as holdings têm investimentos menores e pode conseguir um lucro maior, considerando que é um mercado em processo de profissionalização.
Somente é preciso ter visão de médio a longo prazo porque é um investimento que não terá retorno a curto prazo.
Para as marcas é uma super vantagem, principalmente se forem bem orientadas. Para quem é pequeno é ótimo poder avançar seu negócio, aprender e ganhar dinheiro com seu próprio estilo. Dificilmente conseguiria ter esse retorno financeiro sozinho.
Para os fornecedores também é muito bom, pois o mercado vai se profissionalizar, todos vão trabalhar para uma expansão de mercado.
Já o consumidor final pode sentir um pouco com essa mudança de direção de design, pois preferem uma marca mais exclusiva. Talvez nas marcas comerciais os produtos possam ficar mais baratos, com um reposicionamento de preços.
GJ - Será que as grifes não correm o risco de perder identidade com todas essas mudanças?
LR - É difícil se manter, mesmo que o antigo designer se mantenha. A expectativa de venda nem sempre acontece. Os investimentos são planejados e o que as holdings esperam é lucrar. Por isso em grifes com menor tempo de vida, é comum perder a identidade, pois ainda estão mais vulneráveis no seu posicionamento, às vezes em processo de construção desse posicionamento.
É preciso unir o financeiro e o criativo que está ligado ao estilista. Já as holdings internacionais que são empresas diversificadas (não somente de roupas) e unificam grifes mais antigas e maduras, garantem as características da marca, mesmo que mudem o estilista ou sua equipe. Tom Ford, com a Gucci, por exemplo, reposicionou e elevou a marca. Internacionalmente os designers estão mais inseridos na atividade de gestão, consequentemente mais integrados e comprometidos com os resultados da marca.
Este seria um segundo passo para o Brasil, pois ainda estamos apurando o design, ainda não temos esse profissional de direção criativa estratégica.
GJ - Alexandre Herchcovitch na Zoomp, Marcelo Sommer na Cavalera, Dudu Bertholini e Rita Comparato na Cori. Por que grandes grifes escolhem estilistas famosos para assinar suas coleções?
LR - Faz parte do reposicionamento da marca, gerando maior visibilidade, adaptação e atualização de linguagem. Uns dão certo, outros não.
Por Vanessa de Castro – jornalista de moda
By Thaizze Peres.

SCMC- 3 anos de sucesso absoluto!


Finalizando o terceiro ano do programa e dando início ao quarto, acontecerá em Balneário Camboriú na Marina Tedesco a apresentação das coleções autorais desenvolvidas pelas parcerias entre empresas e instituições de ensino catarinenses.
O Santa Catarina Moda Contemporânea (SCMC) é um programa que reúne estudantes de moda, instituições de ensino e as maiores indústrias têxteis do sul do Brasil. Único em toda a América Latina, o SCMC já está no seu terceiro ano de atividades e cada vez mais conquista o reconhecimento por aproximar estudantes da realidade da produção, de atualizar e inovar a gestão das empresas (na maioria tradicionalista), de oferecer oportunidades únicas de palestras com profissionais renomados e ainda dar suporte técnico e teórico.
Tudo começa com a seleção de estudantes de 11 instituições - Furb, Assevim, Uniasselvi, Univali, Udesc, e as escolas Senai de Criciúma, Blumenau, Rio do Sul, Jaraguá do Sul, São João Batista e Joinville – que vão acompanhar de perto o funcionamento de uma indústria e participar de verdade, criando, sob a coordenação do estilista Mario Queiroz, uma coleção conceitual para cada uma das empresas participantes: Hoepcke Bordados, Dudalina, Marisol, Hering (Dzarm), Buettner, Oxford, Lancaster, RenauxView, Tecnoblu, Oceano e, as estreantes, Dalila Têxtil, Dublack e Maré Cheia. No fim da produção, as equipes apresentam suas criações em um desfile em moldes internacionais.
O projeto disponibiliza ainda um calendário anual de palestras, cursos e workshops com profissionais de destaque do Brasil. Discutir estratégias e inovações dentro de diversos segmentos empresariais fica mais fácil com a presença de designers, estilistas e gestores de sucesso. Este ano, o programa já conferiu palestras do fundador da Embraer Ozires Silva, do diretor da H. Stern, Roberto Stern, do diretor administrativo-financeiro das Casas Bahia, Michael Klein, e da convidada internacional, a editora Ruth Marshall, do Worth Global Style Network (WGSN), principal centro de pesquisa de tendência no mundo.





By Thaizze Peres

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

‘Cut-Outs’


O termo ‘Cut-Outs’ vem de uma técnica desenvolvida pelo pintor Matisse, que consistia em recortes ao invés de pintura. Matisse criou esta técnica devido à sua impossibilidade de pintar, pois estava muito doente, vindo a falecer logo.

O espelhos Cut Outs são as peças criadas por Mirlaconfeccionados em acrílico espelhado, recortados a laser. Disponíveis em três formatos diferentes que lembram uma borboleta, flor ou peixe, eles ficam ótimos quando compostos entre si, decorando as paredes com muita originalidade., comercializadas na Tok&Stok, inspiradas em colares projetados pela artista, que levavam o mesmo nome.

Criando suas peças e expondo internacionalmente desde 1988, a artista plástica Mirla Fernandes conta com conhecimentos adquiridos dentro e fora do Brasil.Entre suas principais exposições, destacam-se: Biennale Internacional de Design St Etienne (2000, 2002, 2004), Continuous Connection Felissimo/ UNESCO, NY, em 2001, e Sieraad – International Jewellery & Silver Design Fair no ano de 2006.


Fonte:www.tokstok.com.br
by Thaizze Peres.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

500 anos de peças íntimas!!!




A exposição traz cerca de 100 modelos de roupas íntimas, como calcinhas, sutiãs e camisolas.

Entre as peças em exposição, as mais antigas são as do período Tudor, na Inglaterra, que compreende os anos entre 1485 e 1603.

A exposição traz ainda peças íntimas da era vitoriana (1837-1901) e do período pós-guerra, em que o design das calcinhas passou a ganhar contornos mais femininos, sensuais e estilosos.
Raridades

Um dos destaques da mostra são as peças históricas do chamado Hodson Shop, uma coleção de peças íntimas femininas das mulheres da classe trabalhadora da Inglaterra.

A loja Hudson começou com duas irmãs, Flora e Edith Hodson, em 1918. As irmãs venderam tecidos, roupas infantis e lingerie durante 40 anos.

Com a morte da última irmã, Flora, em 1983, milhares de peças íntimas femininas foram encontradas no estoque da loja. A coleção traz exemplos da lingerie usada pelas mulheres da classe trabalhadora entre 1918 e 1950.

A coleção da Hodson Shop é considerada uma das mais importantes coleções de roupas da classe trabalhadora do início do século 20 a ter sido recuperada na Inglaterra.

Segundo Louise Harrison, do governo local de Walsall, a exposição "vai trazer uma visão cativante da mudança de estilos e preferências na lingerie nos últimos 500 anos e ajudar as pessoas a apreciarem os modelos pioneiros das peças".
Publicada em 30/01/2008
Da BBC Brasil - BBC
By Thaizze Peres

sábado, 1 de dezembro de 2007

CRIATIVIDADE!

É interessante, tentar explicar a leigos (ou a quem não está acostumado) sobre processo criativo.Mas, o que as pessoas não percebem é que, muitas vezes, utilizam este processo o tempo todo.Quando você coloca um broche na velha bolsa jeans ou, pinta de roxo aquele vasinho (porque preto é muito básico, rs), isto é criatividade! Resolvi escrever um pouco sobre isto ao assistir um vídeo da Gwen Stefani em parceria com a HP (sim!sim!aquela marca de impressoras e afins!)E então, me veio à cabeça um questionamento que presenciei na palestra e oficina da profª Adriana Vaz, na Semana Centro-Oeste de Moda, ei-lo: “Como se ensina criatividade a alguém?Você diz, olha esta foto, se inspire e crie?”.Complicado, né? Mas, eu tenho vivo em mim que, é como um ingrediente cerebral pré-ativado em todos, mas, alguns a têm mais desenvolvida. Criatividade você tem que experimentar, treinar, estimular.Afinal, quem já nasceu desenhando croquis com looks hipercriativos? Que eu saiba, nenhum superdotado do pedaço... (rs). A diferença e grande sorte é que, nós estudantes de moda, conseguimos sim, olhar uma foto e criar uma belíssima/ louquíssima coleção, por exemplo.A nossa experimentação, vem antes de tudo do olhar, sim, aquele olhar irreverente e detalhista lançado sobre tudo e todos.Como diria teacher Edson Arruda:”temos que treinar nossos olhos para o mundo, são nossa maior ferramenta”. E num é que é vero? Como eu já tenho olhos extremamente curioso e aguçados, deixo aqui o link do vídeo para que você também reflita e aceite a cada dia mais o desafio de criar!
Au revoir queridas!
“Se podes imaginar, podes conseguir”
(Albert Einstein)

domingo, 4 de novembro de 2007

Valeu galera!!!

Olá, é com muito orgulho que falo do nosso desfile, realmente a união fez a força, não apenas no desfile, mas no I Encontro Centro - Oeste de Design de Moda... É isso ai, fechamos o evento com chave de ouro, o desfile estava belo, custou, mas saiu. O nosso tema para quem não sabe foi Eco Design, cada aluno apresentou um look, na sua maioria com materiais alternativos como: garrafas pet, latinhas de alumínio, saco de linhagem, folhas secas, fios de fita VHS e outros... A criatividade nos acompanhou mais uma vez!! Parabéns a todos!

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Livros de moda

Pra quem adora ler livros de moda, nesse site tem um monte de livros bacanas, é um sebo virtual e tudo esta com um ótimo preço. Confiram!

http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca.cgi?alvo=autor+ou+titulo&pchave=moda&groupby=no&orderby=autor+%28A-Z%29&memoria_queries=&memoria_queries2=&lastloc=&estante=%28todas+estantes%29&section=&refinar=1

sábado, 13 de outubro de 2007

Louis Vuitton propõe mistura supercolorida nas roupas e nas bolsas da grife

Junte as bolsas de luxo mais famosas do mundo com o estilista mais cultuado do momento, adicione uma dose do habitual frenesi da moda e pronto, a disputa por entrar no desfile da Louis Vuitton, marcado para às sete e meia da noite (em Paris) deste domingo (7), se transformou numa massa de gente bem vestida se espremendo na porta de um dos vãos do Carrossel do Louvre, onde aconteceria a apresentação da coleção assinada por Marc Jacobs."Isso está parecendo a Disneylândia", reclamava uma mulher, com o passaporte da "terra encantada" não mão: o convite para o show da grife, no formato de um livreto em vinho (parecia, de fato, um passaporte, o da comunidade européia). Nem mesmo poderosos da moda, como o editor da revista "Vanity Fair", Michael Roberts, escaparam do tumulto.Barreira da porta transposta, taças de champanhe e mojitos tentavam recuperar o fôlego dos convidados aos goles. Na tenda montada pela Louis Vuitton para, praticamente, encerrar a Semana de Moda de Paris (um último desfile aconteceu depois, de Chado Ralph Rucci, mas a grande vedete da noite era, de fato, a maison francesa), depois de mais de uma hora de atraso, com direito a vaias e manifestações dos fotógrafos, o desfile para a Primavera-Verão 2008 da marca teve início.Embaladas por trilha sonora assinada por Daft Punk, doze modelos célebres (entre elas Naomi Campbell), vestidas de enfermeiras, entraram passarela adentro, cada qual com um chapeuzinho que trazia uma letra do nome da grife bordada em vermelho. E aí sim a coleção entrou em cena. Uma profusão de cores apareceu misturada, nos sapatos, nas saias, nas blusas e também colorindo o logo "LV" da grife inscrito nas bolsas. Estas vinham com alças curtas, carregadas na mão (não no ombro ou no braço) em verniz, em degradê colorido, com combinações de tons como o turqueza e o rosa chiclete, o roxo e o azul, o vermelho e o roxo. Boa estratégia para fazer com que as mulheres queiram comprar mais de um modelo, tão coloridas, de tons tão distintos são as peças. Nas roupas, enquanto o colorido conferia força aos looks, em combinações incomuns de amarelo forte com azul, rosa alaranjado com vermelho, ou ainda o laranja, o azul e o verde juntos, a transparência e sedosidade de materiais como o gazar, a organza e a musseline davam suavidade à coleção de verão da Louis Vuitton.Dividida em três partes, a apresentação começou com looks mais coloridos e delicados, seguiu com influência de peças masculinas e brilho e terminou com os dois belos vestidos de festa, em tule, volumosos e brilhantes, um em tom de azul noite e outro num tom próximo ao beterraba. Na modelagem, as saias mais ajustadas, um pouco abaixo do joelho, usadas com tops de lurex misturado com caxemira em prata ou com blusas delicadas, transparentes, se alternavam às saias evasês, exatamente um palmo acima do joelho (ótimo comprimento para alongar as pernas. Nas blusas volumes suaves, ombros marcados em mangas curtas, drapeados que formavam quase dobraduras nas peças. Na parte com elementos masculinos, o vestido usado pela modelo Coco Rochas, um tomara-que-caia com saia rodada, ganha risca de giz em cinza e bolsos de calça masculina de alfaiataria. Os mesmos bolsos aparecem na legging justíssima, usada com tomara-que-caia. Destaque para o vestido-paletó curto vermelho cereja brilhante, com ajuste franzido na cintura, nas costas.No final do show, Marc Jacobs apareceu de terno Dior, com uma frasqueira que exibia imagens digitais do personagem Bob Esponja.Neste domingo derradeiro da temporada parisiense de moda para a Primavera-Verão 2008, desfilaram ainda Vanessa Bruno, Nina Ricci (por Olivier Theyskens), Anamika, Yuki Torii, Colette Dinnigan, Miu Miu (marca jovem da Prada), Sakina M'AS, Lanvin, Moon Young Hee e Chado Ralph Rucci.

Exposição em Londres celebra a "era de ouro da moda"

http://meninasdamoda.uol.com.br/content/view/3090/23/

Ministra italiana denuncia "anorexia nas vitrines de Roma" e quer criar lei para lojas

da Ansa, em Roma

A ministra para Políticas Juvenis italiana, Giovanna Melandri, declarou na última quinta (11) ao jornal gratuito 24minuti, responsável por uma pesquisa nas lojas do centro histórico de Roma para denunciar "a anorexia nas vitrines", estar "disposta a fazer uma proposta de lei" para o problema da moda que não colabora contra a anorexia, "assim como estão fazendo muitos países sul-americanos".
Na Argentina, ressalta um comunicado publicado pelo 24minuti, as lojas foram obrigadas a dispor de todos os tamanhos e quem não estiver dentro da regra leva uma multa e pode até mesmo ter o estabelecimento fechado temporariamente.
Giovanna pensa em uma lei semelhante também para a Itália, já que o código de auto-regulamentação assinado um ano atrás pela ministra com os operadores do Made in Italy não produziu efeito suficiente.
Comentou também sobre o tema a estilista Lella Curiel, que em julho passado colocou para fora as modelos com medidas 36. "É uma vergonha que os estilistas não tomem a responsabilidade de dar uma mensagem diferente.
É também um problema de escola: muitos jovens não sabem como se faz um vestido".Já para a designer Lavinia Biagiotti "a roupa é para ser um aliado e não um inimigo, a moda pode ajudar a recuperar um bom relacionamento com o próprio corpo". (ANSA)

FONTE:http://estilo.uol.com.br/moda/ultnot/2007/10/12/ult630u6971.jhtm

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Falsificação de luxo “é aceitável”?

Com os olhos postos nas falsificações de marcas como Louis Vuitton, Gucci ou Burberry, os consumidores britânicos estão cada vez mais dispostos a aceitar e a adquirir artigos de luxo pirateados
Adquirir um artigo de luxo falsificado é hoje "socialmente aceitável". Esta é a conclusão de uma recente investigação divulgada pelo Just-Style e realizada aos consumidores do Reino Unido. O relatório foi desenvolvido pela Davenport Lyons e refere que, durante 2006, cerca de dois terços dos consumidores britânicos adquiriram artigos de luxo piratas.
Entre os tipos de artigos adquiridos estão vestuário, calçados, relógios e jóias, com os dados que revelam um aumento anual de 20 por cento. O estudo, intitulado de "Fake luxury goods shift into social acceptance; but who benefits?", foi elaborado com base nas respostas de 2000 consumidores britânicos e identificou as marcas Louis Vuitton, Gucci e Burberry como as mais pirateadas.
De acordo com outro estudo realizado pela Davenport Lyons, através da Ledbury Research, os consumidores estão gastando 10% mais neste tipo de artigos, trazendo o consumo médio por pessoa para as 21,30 libras esterlinas (31,84 euros).
Com base nos resultados apresentados pelo relatório, Simon Tracey, responsável pela área de propriedade industrial e marcas no Davenport Lyons, afirma que «a aceitação social de artigos falsificados é um comportamento que inspira preocupação».
De acordo com este responsável, é necessário combater a procura de produtos falsificados no Reino Unido.
O relatório mostra que 80% dos consumidores seriam dissuadidos de comprar os artigos se soubessem que as compras ajudam ao financiamento da atividade criminal.
Com base neste dado, o relatório evidencia que a melhor forma de mudar a atitude do consumidor em relação a artigos falsificados seria alertando-o para o fato do resultado das vendas se destinarem ao financiamento do crime organizado, incluindo o terrorismo.
Conforme acrescenta Tracey, «a atividade de dissuasão se centra até a data na divulgação das apreensões de produtos falsificados».
No entanto, o relatório vem demonstrando que esta abordagem apresenta pouco impacto sobre os padrões de compra de produtos falsificados, evidenciando a necessidade de clarificar os consumidores com dados concretos sobre os destinos das receitas obtidas pela venda de artigos de pirataria.
Tracey refere ainda a necessidade «das marcas identificarem claramente as fábricas que produzem os artigos genuínos e as que produzem falsificações».
A investigação evidencia também que à medida que as viagens para o estrangeiro se tornam mais freqüentes, nomeadamente para a Europa, China e Japão, os artigos falsificados são adquiridos tanto no mercado externo, como no interno, com a Internet assumindo uma importância crescente neste comércio.

Confira fotos dos desfiles da Louis Vuitton, Gucci e Burberry na semana de moda internacional Primavera/Verão 2008.

FONTE:www.portugaltextil.com
Edição:Márcia Kimie

Merchandising para todos os gostos

A forte concorrência entre as marcas leva as tendências do merchandising até aos extremos. Mas as tendências de merchandising devem ser instrumentos ao serviço de uma marca e nunca o contrário
De forma a potencializar as marcas que as lojas colocam à disposição do consumidor, os merchandisers apresentam novas tendências.
A natureza bucólica dos campos, o preto e o branco, as influências barrocas e o brilho excessivo são os temas identificados pelas empresas de merchandising Faire Play e Merchanfeeling. Em Paris, o estabelecimento de moda étnica Numanu, afigurado pela Merchanfeeling, exibe o tema da natureza. «Trabalhamos ao todo os cinco sentidos», explica a merchandiser Beatrice Querette.
A loja possui uma parede em tons de framboesa e dissemina um odor de laranja doce à base de óleos essenciais. A rede de lojas londrina Topshop colocou sobre os muros das suas lojas silhuetas de insetos que, conjuntamente com uma bicicleta velha exposta na loja, recriam um ambiente vintage.
A tendência vintage surge nos espaços através de móveis e objetos antigos recuperados e papel de parede.
A ausência de luz é outra tendência. Os espaços escuros, sem janelas e em tons de preto são preenchidos com músicas estonteantes que fazem recordar as casas noturnas.
O luxo caracterizado pelo brilho excessivo é mais uma tendência do merchandising. «Os códigos do luxo se libertam e quebram todos os tabus! A cor rosa conotada como Barbie, o "glossy" e o "bling-bling" eram considerados como vulgares e kitsh. Hoje são o cúmulo do chique e as grandes empresas têm usado e abusado», constata Cristophe Berthélémy da Faire Play.
Em contraste com o preto, também o branco não escapa às tendências. As inspirações vindas dos glaciais, as transparências, o branco puro e imaculado revestem muitos dos pontos de venda.
O design se democratizou, quem afirma é Cristophe Berthélémy: «...os pontos de venda tornaram-se catedrais, construções ultra estruturadas... Um local de Happening arty».
O merchandising tem como objetivo maximizar as vendas e maximizar a rentabilidade dos investimentos efetuados no ponto de venda.
Tem ainda como grande preocupação a satisfação do cliente e é utilizado de modo a facilitar a escolha dos consumidores, tornando o mais agradável possível a sua visita à loja.
«As tendências de merchandising servem de instrumentos ao serviço de uma marca e nunca o contrário», salienta Cristophe Berthélémy, «...não se deve copiar uma tendência tal e qual, mas sim adaptá-la e personalizá-la de acordo com o ponto de venda».
O merchandiser da Faire Play deixa um conselho a todas as marcas: «Ousem cruzar os códigos, ousem ser arrojados».